A verdade liberta?


Conhecendo a causa de meu(s) problema(s), vou resolvê-lo(s)?

Esta é a pergunta mais comum que os pacientes me fazem, antes de passarem pela T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva – A Terapia do Mentor Espiritual) – Abordagem psicológica e espiritual breve.


Em verdade, essa terapia vai de encontro com a máxima secular de Cristo “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”. Em minha prática clínica, essa máxima é realmente libertadora. A maioria de meus pacientes, quando entra em contato com a causa de seus problemas, efetivamente se liberta das amarras (bloqueios emocionais) de seu passado, resolvendo, portanto, os seus problemas.


No entanto, como o ser humano é único, um fenômeno singular, com características e sintomatologias diferentes, e, de acordo com o jargão médico “Cada caso é um caso”, há pacientes que não se transformam de imediato, após seu mentor espiritual (ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução espiritual) lhes mostrar a causa de seu(s) problema(s).


Mas por que isso ocorre?


Porque ainda não estão prontos, maduros para se libertarem de seu passado, das amarras de seu passado, seja desta (infância, nascimento, útero materno) ou de vidas passadas.


Tendo conhecido a verdade, nessa terapia, ainda terão que passar por outras experiências de vida, como parte de sua aprendizagem e colocar em prática o que o seu mentor espiritual lhes revelou nessa terapia. Só assim irão se libertar, resolver os seus problemas. Quero esclarecer mais detalhadamente ao leitor como funciona a T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual.


O paciente que se submete a essa terapia, passa por duas etapas:


a) Conscientizadora: nessa etapa, o mentor espiritual de cada paciente irá lhe revelar – através da regressão de memória – a causa de seu(s) problema(s) e fará também uma progressão – revelação futura –, caso seja necessário (é importante esclarecer aqui, que o mentor espiritual só revela ao paciente aquilo que irá ajudá-lo; portanto, jamais revela algo que irá prejudicá-lo ou que não irá acrescentar ao seu crescimento, aprendizado).


As lembranças de vidas passadas (experiências traumáticas), reprimidas no inconsciente, são afloradas ao consciente, através da regressão de memória, que o leva à compreensão das origens de seus problemas atuais. b) Transformadora: muitos pacientes, ao tomarem consciência da causa de seus problemas, de imediato se transformam, resolvendo, portanto, os seus problemas.


No entanto, para outros, apenas a conscientização de experiências traumáticas, reprimidas nas profundezas do inconsciente, não é suficiente ainda, para a cura ou solução de seus problemas


É necessário que esse paciente trabalhe consigo mesmo, colocando em prática no seu cotidiano o que lhe foi revelado pelo seu mentor espiritual.


Ele passa a compreender que o passado é passado, que realmente já foi, e que as experiências traumáticas de outrora não deverão mais exercer influências prejudiciais em seu presente.


Quando o paciente passa a entender melhor os seus problemas, ressignificando-os, melhora também em relação ao seu ambiente familiar, conjugal, social e no trabalho. Em decorrência de sua mudança interna, passa a ver a si, aos outros e ao mundo sob uma nova ótica. Para se passar por essa terapia, agendo inicialmente com o paciente uma entrevista de avaliação (anamnese) a fim de conhecê-lo melhor (história de vida), compreender com mais detalhes os problemas que o afligem, bem como o esclarecimento necessário de como funciona essa terapia.


Após a entrevista, ato contínuo, ele já passa pela primeira sessão de regressão de memória e, em seguida, agendamos mais 5 sessões de regressão e, no final destas, o seu mentor espiritual irá fazer uma avaliação da necessidade ou não de se prosseguir com o tratamento.


Se o mentor espiritual é responsável diretamente pela evolução espiritual do paciente, obviamente o conhece profundamente, sabe de suas virtudes, fraquezas e necessidades, pois vem acompanhando-o em várias encarnações


Portanto, é a pessoa mais indicada, com mais autoridade para fazer essa avaliação. O meu papel, enquanto terapeuta, é o de abrir o canal de comunicação para que seu mentor espiritual possa se comunicar diretamente com ele, e orientá-lo acerca de seus problemas, bem como a sua resolução. Na 6ª sessão de regressão (última), muitos mentores dizem aos pacientes que o trabalho foi bem concluído, ou seja, os pacientes tiveram êxito, resolveram os seus problemas e, portanto, não há mais necessidade de prosseguir com a terapia.


Outros avaliam, que ainda há necessidade de se prosseguir com a terapia, pois precisam mostrar, revelar aos pacientes outras experiências de seu passado.


E há aqueles, que dizem que os pacientes necessitam ainda continuar com o tratamento, mas não por ora, pois precisam colocar em prática o que lhes foi revelado nessa terapia.


Afirmam, que mais para frente terão que retornar à terapia (nesse caso, esses pacientes serão intuídos pelos seus mentores espirituais a me procurarem novamente). Caso Clínico: Dispareunia (dor no ato sexual).

Mulher de 25 anos, solteira. Ela veio ao meu consultório, por conta de seu problema sexual. Em suas relações, embora tivesse desejo sexual, sentia muita dor, impedindo que o namorado prosseguisse, deixando, evidentemente, ambos frustrados. Sofria também de fobia social (medo de falar, de se expor em público).


Em reuniões no trabalho, quando chegava a sua vez de falar, ficava ansiosa a ponto de não conseguir falar (gaguejava, dava um "branco").


Tinha também, medo de assumir cargos de responsabilidade (gerência), por conta de sua insegurança, falta de autoconfiança e baixa autoestima. Com isso, ficava estagnada, não era promovida, não tinha ascensão profissional.


Desde criança, exalava também um forte odor nas axilas (segundo a paciente, não havia desodorante que segurasse o mau cheiro do seu suor, e isso a deixava muito constrangida). Ao regredir, ela me relatou: - “Vejo o meu mentor espiritual... Ele é magro, claro, carequinha - o corte de seu cabelo é estilo franciscano, com uma franjinha. Veste uma túnica branca. Está na entrada do portão (é um recurso técnico que utilizo nessa terapia. Escrevi três artigos com o mesmo título “O portal da Espiritualidade 1,2,3”, que explica melhor esse portão). O meu mentor espiritual quer me mostrar algo...” - Veja o que ele quer lhe mostrar?


“Ele me leva para dentro de uma mata... É uma floresta. É uma cena de uma vida passada. Vejo um homem a cavalo. Ele desce e vem em minha direção (paciente começa a chorar).


Eu acho que ele me estuprou. Ele é jovem, bonito, mas eu pensava que fosse um outro homem.


Na verdade, estava esperando um outro homem”. - Veja o que aconteceu para ele te estuprar?


“Ele me enganou, armou tudo para me estuprar, me confundindo para pensar que era àquele homem que eu esperava. Após o estupro, ele me largou dentro dessa mata. Volto para casa arrasada, mas não conto a ninguém”. - Você mora com quem?


“Moro com a minha família. Sou solteira, mas não vejo os meus familiares. A gente mora no campo, é uma época antiga, onde as pessoas andam a cavalo (paciente não vê as pessoas, mas intui essa vida passada). Estou preocupada porque engravidei”. - Vá prosseguindo nessa cena.


“Eu tenho um filho, nasceu um menino. O homem de quem eu gostava se casou com outra mulher.


Na verdade, ele não gostava de mim, era eu que gostava dele. Como fiquei grávida, sem o pai da criança, fui muito discriminada, fiquei largada. Na época, não se aceitava uma mãe solteira”. - Avance mais para frente nessa cena.


“Não me casei, ajudava a cuidar dos filhos das minhas irmãs. Era muito ligada à minha família (até hoje, na vida atual, a paciente me disse que não gosta de sair da casa de seus pais, pois era muito ligada à família)”. - Avance mais para frente nessa cena, anos depois.


“Estou velha, continuo morando na casa de meus pais. Eu me sinto frustrada, pois não me casei, não tive um companheiro, embora a minha família me desse carinho. Tenho muita raiva desse homem que me estuprou. Ele era um conhecido da família, tinha planejado me estuprar, e depois foi embora”. - Vá para o momento de sua morte.


“Acho que morri de velhice. (pausa). Vem à mente, que deveria ter aproveitado mais essa vida, ter batalhado, mas era muito passiva.


Após minha morte física, não consigo me mexer; sei que morri, mas fico estagnada. O meu mentor espiritual vem me ajudar. Ele tenta me levar para outro lugar (Astral Superior), mas estou prostrada, morri, mas o meu espírito não consegue sair de meu corpo. (pausa). Agora ele conseguiu me tirar”. - Veja para onde ele te leva?


“Ele me leva para um jardim muito bonito (é o jardim celestial). Fico um tempo descansando, nesse lugar. Ele explica sobre essa encarnação passada. O meu mentor espiritual me esclarece que esse estuprador ficou com raiva de mim porque estava interessado em mim, mas eu não correspondia. Disse que depois do estupro, ele se arrependeu, mas acabou sumindo.


Pede para perdoar esse homem. Fala que nem tudo pode ser revelado nessa terapia (não é revelado porque a paciente não está ainda preparada para saber, compreender, pois irá prejudicá-la em sua aprendizagem); portanto, somente o que eu precisava saber me foi revelado.


Mas esclarece, que só pelo fato de ter-me conscientizado da causa de meu problema sexual, que trago na vida atual como consequência desse estupro, vai me ajudar a superá-lo”. - Pergunte ao seu mentor espiritual de onde vem esse bloqueio de falar, de se expor em público?


"Diz que parte desse bloqueio vem dessa vida passada em que fui estuprada, pois as pessoas me questionavam, querendo saber o motivo de minha gravidez e, com isso, eu evitava qualquer contato social, me isolando.


Mas a verdadeira causa desse bloqueio, vem de uma outra vida passada. Ele quer me mostrar alguma coisa dessa existência passada... Ele me mostra uma cena. Eu era um xerife, da época do velho oeste americano. Vejo as pessoas (habitantes da cidade) jogando algo em mim, revoltados, por eu ter falado algo.


Eu fujo para o meu escritório e fico lá. Eu me sinto muito mal, foi algo que prometi a essas pessoas e não cumpri. Acabo sendo expulso da cidade. Isso arruinou a minha carreira.


O meu mentor espiritual não me revela o que prometi à população. Mas é algo que não podia cumprir e tinha consciência disso. Queria mostrar serviço, competência, mas sinto remorso.


Ele diz que isso reflete na vida atual, de eu ter receio de assumir cargos de responsabilidade e de falar em público. Na verdade, tenho medo das cobranças e de não atender às expectativas das pessoas como ocorreu nessa vida passada em que era muito inseguro e, por isso, queria mostrar serviço, mas isso agravou mais ainda a minha insegurança.


Ele esclarece, que o medo que adquiri das cobranças da população daquela cidade, mais a experiência do estupro que me levou ao isolamento, ao recolhimento social, estavam causando na minha vida atual o bloqueio de falar em público.


E o forte odor que exalo das axilas é uma forma de defesa, como um escudo de proteção. Afirma, que o odor nas axilas é uma forma inconsciente de afastar às pessoas de mim; por isso, preciso me perdoar”. - Pergunte ao seu mentor espiritual como você pode superar todos esses problemas?


“Ele reitera, que tendo consciência da causa de meus problemas, aceitando essas revelações como verdadeiras e não como fantasiosas, e compreendendo-as, vou conseguir superá-los”. - E esse bloqueio de não ter ascensão profissional, de onde vem?


“Vem também dessa vida passada em que fui xerife. Esclarece que tive problemas estomacais, antes de vir às sessões de regressão porque estava com medo de passar por essa terapia e saber a verdade a meu respeito. Pede para não me preocupar, reitera novamente que vou superar todos esses problemas”. - Pergunte ao seu mentor espiritual se devemos continuar com o tratamento? (era a 6ª sessão de regressão).


“Diz que está encerrada a 1ª fase do tratamento, pois vou ter que digerir todas às informações que me foram reveladas.


Ressalta, que terei que voltar novamente à terapia para a 2ª fase, e aí sim, vou me libertar definitivamente das amarras de meu passado. Por ora, eu precisava somente saber dessas informações sobre os fatos causadores de meus problemas. Diz também, que foi ele quem me intuiu para vir a essa terapia, e que demorei em decidir começar porque não estava ainda preparada para passar pela T.R.E.


Ele está agradecendo ao senhor, elogia bastante o seu trabalho, enquanto facilitador da abertura de nossa comunicação. Afirmou que o seu trabalho é muito sério”.





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