Aborto: O direito de viver


Quero esclarecer ao leitor, que o meu intuito ao escrever esse artigo não visa emitir um juízo de valor e, desta forma, condenar às pessoas que, direta ou indiretamente, contribuíram à prática do aborto. Na verdade, o meu propósito é esclarecer às implicações dessa prática, tanto à mulher como ao abortado, como tenho observado em meu trabalho com a T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva) – A


Terapia do Mentor – método terapêutico de autoconhecimento e cura, criado por mim em 2006.


É comum constatar em minhas pacientes, que a causa de sua dificuldade de engravidar ou de suas doenças recorrentes do aparelho genital e/ou reprodutor, vem de abortos praticados, nesta ou em vidas passadas.


Por conta disso, costumo sempre perguntar na entrevista de avaliação(anamnese) se a paciente e/ou sua mãe praticaram abortos.


Além da culpa, ocasionada por essas práticas abortivas, a obsessão espiritual gerada pelo espírito da criança abortada é outro fator causador também dos problemas da paciente.


A criança abortada, enquanto ser espiritual, perde a oportunidade de voltar a reencarnar para corrigir erros cometidos no passado. Muitas vezes, ela precisa reencarnar para resgatar débitos de outras vidas com a paciente, seu marido e/ou com outros membros da família.


Ela pode se revoltar e se sentir rejeitada, principalmente, se for um espírito imaturo e rancoroso.


Com isso, poderá ficar anos obsediando a paciente e/ou sua família.


E, uma vez que consegue reencarnar, poderá trazer sequelas psicológicas, tais como sentimentos de rejeição, revolta, abandono, insegurança, depressão, baixa autoestima, desvalorização, medos acentuados, principalmente, o medo do fracasso (por conta do aborto, a criança se sente frustrada, fracassada por não ter conseguido reencarnar). Certa ocasião, atendi uma paciente, que tinha o hábito de não concluir o que começava.


Deixava sempre tudo em sua vida pela metade, sem concluir: leitura de um livro, curso de inglês, informática, empregos, casamentos, etc.


Evidentemente, sentia-se frustrada e fracassada. Ao regredir, seu mentor espiritual (ser desencarnado, responsável diretamente pela nossa evolução espiritual) lhe mostrou a causa de seu problema de não concluir o que começava: foi abortada em várias encarnações.


Entendeu, portanto, que não conseguia concluir nada em sua vida pelo fato de ter sido abortada, ou seja, sua vida fora interrompida várias vezes nas vidas anteriores. Nessa terapia (T.R.E.), a máxima secular de Cristo “A Verdade Vos Libertarás” foi aplicada nessa paciente. Ao entrar em contato com a verdade, com a causa de seu problema, ela se libertou definitivamente das amarras (bloqueios) de seu passado, chegando, finalmente, a concluir o que começava.


Veja em seguida, o caso de uma paciente, que sofria de baixa autoestima, sentimento de rejeição, angústia, insegurança, medo de fracassar, por conta da interferência espiritual obsessora de uma criança abortada (sua irmã) por sua mãe. Caso Clínico: Sentimento de rejeição e medo de fracassar.

Mulher de 25 anos, solteira. A paciente veio ao meu consultório, querendo entender o porquê de se sentir rejeitada pelas pessoas e insegura, por conta de seu medo de fracassar. Sentia-se muita indecisa, insegura, ao ter que tomar uma decisão, pois tinha receio, vinha pensamentos negativos de fracasso.

Tinha também, baixa autoestima, sentimento de desvalorização e muita dificuldade de dizer não (tinha necessidade de agradar às pessoas para não ser rejeitada).


Após ter sofrido um sequestro relâmpago, desenvolveu um medo grande de sair de casa (sofria de transtorno de stress pós-traumático). Ao regredir, ela me relatou: “Vejo uma cena, onde nós três, eu, minha mãe e a minha irmã, estamos abraçadas, sentadas no sofá de casa. Estamos felizes, mas sinto também, um aperto no peito, angústia e vontade de chorar (fala chorando). Sinto, também, medo”. - Medo do quê?


“Medo de fracassar. Sinto uma presença espiritual, aqui no consultório. Na hora em que vi aquela cena inicial de nós três abraçadas, senti essa presença espiritual”. - Veja quem é esse ser espiritual desencarnado?


“Diz que é a minha irmã. Fala que a minha mãe a abortou (na entrevista de avaliação, a paciente me relatou que, após o seu nascimento, sua mãe abortou uma criança, e que depois adotou um casal de crianças).


O aperto no peito, a angústia, a vontade de chorar e o medo de fracassar que senti no início dessa sessão, são sentimentos que não me pertencem, mas vêm dessa minha irmã que foi abortada”. - Pergunte à sua irmã se ela gostaria de lhe dizer algo?

“Ela diz que queria reencarnar, estar com a minha família. Por isso, sente raiva, sente-se rejeitada, ao ver nós três juntas, felizes” (a paciente se dá muito bem com a sua mãe e a sua irmã). - Você gostaria lhe dizer algo?


“Gostaria que ela perdoasse à minha mãe por tê-la abortada (pausa).

Ela está chorando, sente-se rejeitada. Agora, percebo que esses sentimentos de rejeição, desvalorização, angústia, medo de fracassar que sinto vêm dela, não são meus.


Ela afirma, novamente, que queria estar entre nós, e me pergunta: “Por que o nosso irmão nasceu e não eu? Se ela me abortou, não queria uma criança, por que depois adotou um casal de crianças? (o irmão adotivo é o caçula da família). Ela chora muito, não se conforma por não ter nascido”. - Pergunte-lhe se quer receber ajuda dos espíritos amparadores, ser levada à luz?


“Ela diz que quer”. - Então, fale para ela pedir ajuda em pensamento para eles. (pausa).


“Vejo-a, agora, como uma criança pequena, sendo levada. Um anjo vestido de branco, cobre a minha irmãzinha com um manto. Ele a leva em direção a um grande foco de luz intensa (é o astral superior, plano espiritual de luz).


O anjo (mentor espiritual da paciente) pede para me acalmar, afirma que daqui para frente vai dar tudo certo em minha vida. Diz que vou ficar bem, e que os meus problemas vinham da interferência espiritual de minha irmã e de mim, também.


Na verdade, a minha irmã estava me obsediando porque queria a minha ajuda, pois eu era a única de minha família que poderia ajudá-la a ser resgatada das trevas, da escuridão, em que se encontrava. (pausa).


O meu anjo fala: “Acredite na vida, nada acontece sem a permissão de Deus. Tenha fé! Busque ser você mesma, tenha coragem, imponha-se diante das pessoas. Fale o que pensa e sente. Seja verdadeira, sincera!


Você é muito exigente, severa consigo mesma, porque não aprendeu ainda a se amar. Aprenda a se amar, dando ouvido aos seus sentimentos. Escute mais os anseios de sua alma, trilhe novos caminhos”. - Pergunte ao seu anjo, quais são esses novos caminhos?


“Ele diz que isso vou ter que descobrir por mim mesma, pois faz parte de minha aprendizagem (em muitos casos, nessa terapia, o mentor espiritual não revela à direção de vida ao paciente, para não prejudicar à sua aprendizagem).


Afirma, ainda: “Segue o seu caminho, que irei te iluminar. Você precisa aprender, exercitar-se a dizer não às pessoas. Peça à sua mãe fazer a oração do perdão à sua irmã abortada”. - Pergunte ao seu anjo, se há necessidade ou não de prosseguirmos com essa terapia?


“Ele diz para ir em paz, que não preciso mais continuar com essa terapia. Pede para orar sempre, e está agradecendo ao senhor, enquanto terapeuta (o meu papel como terapeuta, nessa terapia, é abrir o canal de comunicação entre o paciente e o seu mentor espiritual para que ele possa orientá-lo melhor acerca da causa de seus problemas, sua resolução, bem como se está no caminho certo à que se propôs antes de reencarnar).


Ele, agora, está indo embora em direção àquele grande foco de luz”.





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