Anorexia Nervosa



É um transtorno alimentar grave, que afeta sobretudo às mulheres

É um distúrbio psiquiátrico, caracterizado pela redução drástica da ingestão de alimentos. É, portanto, um transtorno alimentar grave, com comprometimentos físicos e psíquicos, que atinge quase que exclusivamente às mulheres.


A anoréxica tem uma visão distorcida do corpo

A anoréxica tem uma grande obsessão com o corpo e passa a tomar atitudes drásticas para não engordar, pois tem uma visão distorcida do próprio corpo, se vê "gorda" e sempre acha que precisa emagrecer mais.

Inicialmente, a paciente com anorexia expressa uma preocupação excessiva com o peso corporal e começa a se interessar por dietas, sempre observando o número de calorias de cada alimento. Progressivamente, o regime vai se tornando mais radical e alimentos começam a ser abolidos totalmente do cardápio. Visivelmente mais magra, a anoréxica só come alimentos light e diet e começa a usar roupas largas. O jejum também é frequente, e, muitas vezes, até líquidos são evitados. As anoréxicas costumam esconder alimentos, comem lentamente e cortam a comida em pequenos pedaços.


Uma pessoa anoréxica, comumente desenvolve a bulimia Uma pessoa que sofre de anorexia nervosa pode também desenvolver a bulimia (prática habitual onde a paciente, após ingerir um alimento, provoca vômitos com os dedos, cabos de colher, arames, contrações abdominais, laxantes, etc.). A destruição do esmalte dentário é frequente também por causa dos vômitos, pele seca e amarelada, cabelos finos, secos e quebradiços pela desnutrição.


O que leva uma pessoa a desenvolver esse grave transtorno alimentar? Sem dúvida alguma, a "ditadura da beleza", imposta pela sociedade ocidental, ou seja, o culto à beleza física (só são valorizadas, admiradas, às pessoas que preenchem os padrões de beleza do mundo ocidental, que são as mulheres magras, com o corpo bem torneado, os homens "sarados", que tem um corpo escultural, etc.) faz com que a auto-estima, o valor de uma pessoa fique atrelado ao aspecto físico , principalmente, na população mais jovem do sexo feminino(entre 15 a 25 anos), onde justamente a anorexia é mais frequente.


8 milhões de inibidores de apetites foram vendidos no Brasil Com a pandemia, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou um relatório com dados alarmantes: 8 milhões de inibidores de apetites foram vendidos no Brasil.

Mas, certamente, existem mais de uma causa que levam uma pessoa a desenvolver a anorexia e ela seguramente não é só de ordem cultural, biológica, emocional ou psicológica, como a psicologia e a psiquiatria defendem. O fato de muitos médicos, psiquiatras e psicólogos ainda não considerarem o ser humano como dotado de uma alma, de um espírito e, portanto, se estruturarem em bases materialistas, puramente organicista, não o vendo em sua totalidade: mente, corpo e espírito, dificulta qualquer iniciativa de uma análise mais profunda do ser.


Há três causas que levam à anorexia Na minha prática clínica, ao conduzir mais de 50.000 sessões de regressão de memória, através da TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual, constatei que existem três causas que levam uma pessoa a desenvolver à anorexia:


1) Causa psicológica - oriunda de experiências traumáticas dessa vida(infância, nascimento, útero materno) ou de outras existências;


2) Causa espiritual - ocasionada por uma interferência espiritual obsessora (desafeto do passado do paciente);


3) Causa mista - as duas juntas, ou seja, a causa psicológica e agravada por uma presença espiritual obsessora (é importante esclarecer aqui, que existem dois grupos de espíritos obsessores:


a) Os inimigos, que são movidos a ódio e vingança pelo fato do paciente tê-los prejudicado no passado, principalmente, em outras vidas;


b) Os iludidos, que não são inimigos, não vê o paciente como inimigo; pelo contrário, quer muitas vezes ajudá-lo, mas não sabem que com às suas presenças prejudicam à vida do paciente.


É o caso de uma paciente que sofria de anorexia nervosa, cuja causa era de ordem espiritual, isto é, sob influência de um espírito obsessor iludido A paciente veio ao meu consultório, uma mulher de 22 anos, solteira, muito bonita, porém, com um olhar triste e distante. Na entrevista de avaliação (anamnese), desabafou me dizendo que não acreditava mais em nenhum tratamento, pois tinha feito de tudo para se curar da anorexia.

A paciente se achava “muito gorda” (pesava 35 quilos e media 1,70m). Estava muito magra e fraca, tinha uma baixa autoestima, pois não conseguia se olhar direito no espelho, nem tampouco se relacionar com o sexo oposto.

Na sessão de regressão, assim que ela atravessou o portão (recurso técnico que sempre utilizo nessa terapia, e que funciona como um portal, que separa o mundo terreno do mundo espiritual, o passado do presente) ela me relatou: - Dr. Osvaldo, estou vendo um vulto escuro... é um homem, cadavérico, feio (ela estava descrevendo um ser espiritual das trevas).


Terapeuta: - O que mais você vê?


Paciente: - Vejo também uma luz, uma luz amarela, não ofusca os olhos, é uma luz muito agradável (era o mentor espiritual da paciente). Essa luz pede para que me concentre, para ver o que aconteceu comigo no passado? O que eu faço, Dr. Osvaldo?


Terapeuta: - Siga à luz, confie, concentre-se!


Paciente: - Vejo uma casa bem grande e iluminada... estou um pouco afastada dessa casa; ela é escura e tem muitas pessoas em volta, parece ser uma senzala... é uma senzala. Estou deitada, vejo que estou grávida, tenho muitas dores, estou em trabalho de parto, passo horas para ter o bebê, é um menino; porém, ele é branco, isso mesmo, branquinho, e, eu sou negra, Dr. Osvaldo, como pode? A luz amarela me mostra o que houve...

Eu era uma menina negra, nessa vida passada, tinha 16 anos quando me apaixonei por Afonso, filho do Coronel; ele também se apaixonou por mim, nos encontrávamos sempre, até que a minha barriga começou a crescer, não entendia muito bem o que estava acontecendo comigo. Uma senhora negra me falou que eu estava prenha. Fiquei desesperada, não podia aparecer grávida, então, escondi à gravidez até de Afonso.

Um dia, ele me disse que teria que passar um tempo na cidade; fiquei aliviada, ele falou que eu estava estranha e um pouco gordinha, mas, confessou que eu era o amor de sua vida, e que quando voltasse iria falar com seus pais para a gente se casar. Ele me deu um beijo e se foi...

Na casa grande, só se falava nessa viagem de Afonso, ele teria ido ver alguns negócios de seu pai, o Coronel Albuquerque. A mãe dele, a Sinhá Clara, tinha muito orgulho de Afonso, seu único filho, e falava para todos que tinha uma moça na capital, que eles iriam se conhecer, pois, já haviam falado com os pais dela para que eles trocassem alianças.

Fiquei desesperada, não podia estragar a vida dele; como os pais iriam aceitar um casamento com uma escrava negra e ainda por cima grávida?

Não podia fazer isso com ele, então, resolvi fugir. Tive o bebê e quando todos estavam dormindo, eu o peguei e sai correndo rumo à mata, corri, corri muito, nem sei quanto tempo corri; sentia os galhos batendo em meu rosto, sentia dores, em todo o corpo, mas tinha que ir para longe dali.

Estava muito cansada e resolvi descansar, perto de um rio. Ali dormi, acordei com uma moça pegando o meu bebê, ele chorava; ela pediu ajuda às pessoas que a acompanhavam, levou-me até à sua casa, e lá contei-lhe toda a minha história. Ela me acolheu, eu e o meu filho ficamos em sua casa.

Quando Afonso chegou da capital, foi direto no nosso lugar de encontro; ficou me esperando, mas, como não apareci, ele me procurou no meio dos escravos. Ele sentia angústia, Dr. Osvaldo, a mesma que eu sinto hoje na vida atual.

Ele começou a ficar desesperado, foi até a senzala e perguntou para a velha senhora negra onde eu estava, o que tinha acontecido comigo? Ela respondeu que eu tinha fugido, falou que eu tive um filho, que tinha ficado grávida dele, e que era um menino bem branquinho.

Ele ficou arrasado, voltou para a casa e se trancou no quarto, não conseguia mais comer nem beber; então, os pais mandaram chamar o médico da capital, mas ele não soube diagnosticar o seu problema.

A sinhá Clara, sua mãe, teve a ideia de fazer uma festa e chamar às moças e rapazes para alegrarem a fazenda, mas foi tudo inútil. Afonso cada vez mais definhava, tudo o que comia ou bebia não segurava em seu estômago, vomitava, ele não entendia o porquê de eu ter ido embora com o seu filho. Afonso era a tristeza em pessoa. (pausa).

A Luz amarela (mentor espiritual da paciente) me fala que ele morreu um ano depois que eu fugi. Esclarece, que ele indiretamente se suicidou e, por isso, foi parar no umbral; a Luz diz também, que ele me encontrou na vida atual, e é a presença dele que faz com que eu não coma, pois ele morreu de tristeza, de inanição nessa vida passada. A Luz pede para que eu lhe peça perdão, Dr. Osvaldo (paciente fala chorando). Terapeuta: - Faça, então, o que a Luz lhe pede.


Paciente: - Afonso, meu amor, perdoa-me pelo que te fiz passar, fiquei com medo de te fazer sofrer, de seus pais não entenderem sobre nossos sentimentos; você era o único filho e eles queriam um casamento com uma moça branca, não pensei que você iria sofrer tanto, meu amor, me perdoa, por favor; fui embora com o nosso filho para te poupar de sofrimentos, não sabia que tudo isso iria acontecer com você, mas eu também sofri e agora vendo você assim, meu amor ... Ele está dizendo algo, Dr. Osvaldo, mas não entendo...


Terapeuta: - Concentre-se no que ele fala...


Paciente: - Nara (nome da paciente, nessa vida passada), meu amor, me desculpe por todo o mal que te causei, estava triste por ter perdido você e meu filho, a minha vida não tinha mais sentido. Quando te encontrei nessa vida atual, não sabia que você iria sentir às mesmas coisas que eu senti ao morrer; meu amor, vou te deixar em paz, siga à sua vida, seja feliz! Vou embora com a Luz amarela, que é o seu mentor espiritual; vou te esperar, meu amor, para que juntos possamos planejar o nosso retorno. Mas lembre-se: Eu te amo, minha vida!

Ele está indo embora, Dr. Osvaldo, deu às costas para mim, está indo... (fala em prantos).



Conclusão: Um ano após o tratamento, a paciente me mandou um e-mail dizendo: - Dr. Osvaldo, estou ótima, consegui recuperar o meu peso, estou me sentindo muito bem, não tenho mais tristeza, estou me alimentando normalmente, e estou também namorando um homem superlegal, mando em anexo às nossas fotos.

Beijo no senhor! Muito obrigada, Dr. Osvaldo!




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