O véu do esquecimento do passado


"Sendo a alma imortal e tendo nascido muitas vezes e tendo visto tudo quanto existe... conhece tudo; não é admiração alguma que ele tenha condições de trazer de volta à lembrança de tudo quanto já soube acerca da virtude e de tudo. Toda natureza é solidária e a alma que tudo aprendeu não encontra dificuldade em ir buscar, ou como dizem os homens, em aprender, a partir de uma simples lembrança tudo o que restar, se o homem se esforça bastante e não desanima, dado que todo o aprendizado não é mais do que recordação". - Sócrates (Filósofo grego que viveu no séc. V a.C.).


Sócrates, o Pai da Filosofia, dizia que a alma trazia na memória o conhecimento desejado e, portanto, aprender é recordar um conhecimento adquirido em existências anteriores. Ele não via nisso nenhum absurdo, mas apenas um fato óbvio, por si só.


Desta forma, o conceito de reencarnação era para esse grande filósofo algo natural, que, aliás, nada tinha de novidade; muito pelo contrário. Até mesmo Aristóteles, que era mais voltado para os aspectos materiais da vida, admitia a preexistência da alma.


O próprio mestre Jesus revelou que Elias era a reencarnação de João Batista e ainda estranhou que Nicodemus, mestre em Israel, desconhecesse isso.


No livro “Les Egyptes”, de Marius Fontane, o autor cita os ensinamentos dos egípcios, que acreditavam na reencarnação: "Antes de nascer a criança já viveu, e a morte nada termina. A vida é um porvir; ela passa como os dias solares recomeçam".


Realmente, a reencarnação é um fenômeno da natureza, pois tudo na natureza é cíclico. Todos os dias o sol nasce e se põe; existem as quatro estações do ano, onde no inverno as folhas caem, os galhos secam, mas na primavera tudo renasce, floresce.


Goethe também acreditava na reencarnação. Ele escreveu: "A alma do homem é como água: Vem do céu, ao céu volta e depois retorna à Terra, em eterna alternância".


Ora, se tudo na natureza obedece às leis cíclicas, por que nós, seres humanos, seríamos diferentes, não estaríamos também sujeitos às leis cíclicas da natureza, da reencarnação?


Sabemos que o Universo é constituído por leis, que visam o equilíbrio, a harmonia de tudo. A reencarnação é uma das leis do Universo e, por conta disso, nascemos, crescemos, morremos e tornamos a nascer quantas vezes for preciso para o progresso, para a evolução de nossa alma.


As experiências das vidas passadas ficam arquivadas em nosso inconsciente - mais precisamente ficam gravadas em nossa memória perispiritual (corpo espiritual).


Nascemos, ou melhor, renascemos com um acervo de conhecimento inconsciente adquirido em várias encarnações. Aqui explica o gênio, a precocidade intelectual, o conhecimento e habilidade de muitas crianças.


Portanto, o gênio é fruto de muitas encarnações dentro de uma mesma função. No entanto, a ciência materialista (psicologia, psiquiatria e a neurociência) insiste em negar sistematicamente a tese da reencarnação, esforçando-se em explicar a inteligência e as aptidões dessas crianças, atribuindo-as apenas ao fator genético, hereditário.


Mas, a bem da verdade, o que se observa é que raramente filho de gênio é gênio e não raro filho de pais medíocres é gênio.


Trazemos habilidades, conhecimentos desenvolvidos de outras vidas, mas, por vezes, trazemos também maus hábitos, imperfeições, erros cometidos no passado, por conta de nossa imaturidade, ignorância enquanto seres espirituais em evolução.


Desta forma, o propósito de reencarnarmos é reduzir os nossos defeitos e aumentar as qualidades, as virtudes e isso requer esforço, vontade do espírito em querer progredir.


Não obstante, ao reencarnarmos, automaticamente esquecemos o que fizemos no passado, pois, na Terra, estamos retidos temporariamente em estreita faixa energética para podermos esquecer os erros cometidos em vidas passadas, o que é um alívio, pois se lembrássemos das barbáries que cometemos, no mínimo ficaríamos perturbados, senão loucos, e isso poderia comprometer as nossas aprendizagens e as reparações das faltas cometidas.


Não foi por acaso, que o mestre Jesus pregava:” Orai e Vigiai”, referindo-se ao descuido na vigilância que pode facilmente nos levar a repetir os erros praticados em vidas passadas, pois o "véu do esquecimento" - barreira da memória que se manifesta em forma de amnésia – impede-nos de acessar as nossas memórias passadas.


Todavia, espíritos mais elevados são capazes de lembrar-se espontaneamente, não apenas dos fatos da existência imediatamente anterior à vida atual, como de várias vidas passadas.

A T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual – método terapêutico de autoconhecimento e cura, criado por mim em 2006, vai de encontro com a máxima secular de Cristo “Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará” (é importante ressaltar nessa máxima, que a Verdade liberta somente as pessoas que estão prontas, maduras para recebê-la).


Nesta terapia, através de seu mentor espiritual, que é responsável pela sua evolução espiritual, e, portanto, conhece-o profundamente, o "véu do esquecimento" do paciente é descortinado para que este saiba a Verdade a seu respeito, ou seja, a causa de seus problemas, sua resolução, bem como às suas aprendizagens, nesta encarnação, e, o mais importante, se não está se desvirtuando de seu caminho, de seu verdadeiro propósito, missão de vida.


Certa ocasião, uma paciente, ao passar pela T.R.E descobriu que em várias encarnações abreviara sua vida, suicidando-se, inclusive tentou isso na vida atual.


Na entrevista de avaliação, que costumo agendar inicialmente com cada paciente para conhecê-lo melhor, me inteirar com mais detalhes acerca de seus problemas, bem como lhe esclarecer como funciona essa terapia, a paciente não havia me informado que tinha tentado o suicídio também, na vida atual.


Só veio a me revelar o fato, após ter descoberto na regressão de memória, que estava repetindo os mesmos erros, abreviando sua vida em várias encarnações.


Ela me confidenciou, que, aos 10 anos de idade, tinha tomado "chumbinho" (veneno de rato) em dose cavalar. O médico que a atendeu, na ocasião, no pronto-socorro, disse à sua mãe que pela dose elevada que tinha tomado, era para ter morrido.


No entanto, foi poupada pela espiritualidade, desta vez, não morrendo como ocorrera nas vidas anteriores, para fazer suas aprendizagens.


Portanto, ao passar por essa terapia, seu mentor espiritual descortinou o seu "véu do esquecimento" para que ela pudesse perceber que estava cometendo o mesmo erro, em várias encarnações, inclusive nessa, abreviando sua própria vida.


A seguir, veja o caso de um paciente, que sofria de depressão, angústia (aperto no peito), ansiedade, desânimo, insônia, dificuldade de concentração causadas pela ausência de sua alma gêmea.


Caso Clínico: Em busca de sua alma gêmea.

Homem de 48 anos, casado, pai de um casal de filhos.


O paciente veio ao meu consultório, queixando-se de depressão (tomava fluoxetina), desânimo, falta de concentração, e não conseguia lidar com a sua ansiedade.


Sentia muita tristeza, às vezes tinha vontade de chorar, acompanhado de pensamentos de desesperança, de não mais querer viver.


Sentia também muita angústia, aperto no peito, que o acompanhavam desde criança, mesmo quando estava se divertindo. Fez todos os exames médicos clínicos, mas não acusou nenhum distúrbio cardiológico.


Quando criança, segundo o relato de sua mãe, costumava ficar horas quieto, pensativo. A morte de seu irmão o abalou profundamente (sua mãe teve gêmeos, mas só um sobreviveu).


Sua depressão estava afetando também o seu sono - acordava de madrugada e não conseguia mais dormir. Tudo isso o deixava impaciente e irritadiço com a sua esposa, a ponto de agredi-la verbalmente.


Ao regredir, ele me relatou: "Desde o início do relaxamento (paciente estava se referindo à técnica de relaxamento que utilizo com os meus pacientes para facilitar a regressão de memória) senti um perfume agradável de lavanda (é comum um ser espiritual desencarnado de luz exalar um odor suave para marcar sua presença no consultório).


Vi uma mulher muito bonita, cabelos compridos; estava toda de branco, usava um camisolão esvoaçante. Não vi o seu rosto porque a sua imagem apareceu como uma foto em negativo.


Ao olhá-la, senti muita saudade (a alma do paciente reconheceu essa mulher). Ela tem um jeito delicado, passa bondade, muita confiança e amor... No início, como havia lhe dito, senti um cheiro de lavanda.


Fiquei em dúvida, achando que o senhor tinha acendido um incenso aqui no consultório, mas, subitamente, o cheiro mudou para flor de laranjeira.


Na verdade, ela mudou repentinamente o cheiro, para me mostrar que esse odor não é de incenso, e, sim, de sua presença (pausa).


Estamos, agora, sentados, num banco de jardim, de mãos dadas, emocionados - a saudade é recíproca (o paciente relata, chorando).

Ela está me dizendo (os seres desencarnados se comunicam telepaticamente, em pensamento, portanto, não articulam a boca como os encarnados) que também sente muita saudade de mim...


Ela não consegue falar direito, está também emocionada".


- Pergunte quem é ela? E que ligação havia entre vocês no passado?


"Ela fala que nós já fomos unidos no passado, fomos casados. Mas que agora, ela é a minha mentora espiritual. Fomos unidos no passado em várias encarnações e nos amamos muito.


É por isso, que também sinto falta dela, embora como encarnado, não lembre disso por conta de meu 'véu do esquecimento', que bloqueia as minhas lembranças reencarnatórias. Ela completa, dizendo que tivemos uma vida muito intensa e feliz".


- Pergunte à sua mentora espiritual, desde quando ela vem te acompanhando?


"Desde pequeno. É por isso também, que quando criança ficava horas sentado no quintal, pensativo, quieto. Na verdade, ficava em pensamento, conversando com ela. Eu ficava feliz com a presença dela.


Ela me diz que é a minha mentora principal, e que o outro mentor espiritual é o meu avô materno (em verdade, todos temos mais que um mentor espiritual, mas existe um(a) que é o(a) principal, pois temos mais afinidade, ligação, e que nos acompanha constantemente).


A minha mentora espiritual é muito evoluída (pausa). Agora, ela está me mostrando um moço. Ela diz que ele foi o nosso filho, numa vida passada, e que hoje ele veio como o meu irmão gêmeo que veio a falecer.


A minha filha da vida atual também foi nossa filha no passado. Ela esclarece que os meus filhos de hoje (casal de filhos) vieram, reencarnaram para me confortar, matar a saudade que sinto dela".


Na sessão seguinte, o paciente me relatou: "Estou vendo uma imagem bem nítida e colorida de uma batalha de cavalaria, soldados segurando suas espadas. Estou montado num cavalo, dentro dessa batalha, visto uma farda azul escuro, com enfeites amarelos.


Com a espada, vou lutando, matando os inimigos. Uso um chapéu militar com enfeite amarelo, dourado. O meu cavalo chama atenção, é branco, bonito. São muitos soldados".


- Avance mais para frente nessa cena.


"Vejo, agora, casas no campo, camponeses muito pobres, sofridos. Estou com a tropa, muita gente chorando. São retirantes, choram pelas vidas perdidas. É o lado perdedor.


Estou acostumado com essa cena, eu me comovo um pouco com o sofrimento desse povo, mas preciso cumprir a minha missão.

Não judio deles, vou cavalgando, comando a tropa. Vencemos a batalha. Esse povo está se retirando com suas carroças, pertences. Há crianças, mulheres, se retirando com o que restou. (pausa).


Volto para casa, ela é muito bonita, grande. A minha esposa está me esperando. É a minha mentora espiritual. Ela é uma mulher bonita, usa um vestido de época, longo, cabelos presos, claros, arrumado, pele branca. Chego, ela me abraça, somos muito felizes nessa vida passada, temos dois filhos, um casal".


- Avance mais para frente nessa cena.


"Vejo outra batalha... É outra vida passada. Estou em pé, há muitos soldados inimigos. Eu mando atirar. Vamos vencer de novo essa batalha. O uniforme que uso é diferente daquela vida anterior.


É vermelho, não é mais paletó azul, e a calça é branca. Nós arrasamos os inimigos.


Não sinto remorso, mas, orgulho, pois cumpro a minha missão. Mando atirar, mas, sem rancor. Tenho respeito pelos inimigos, embora não tenha pena. O lado dos inimigos está todo arrasado - nós vencemos de novo.


Sou casado também com a mesma mulher, a minha mentora espiritual. Ela é a minha alma gêmea. Moramos numa colina e em baixo vejo um verde bem bonito, árvores, rio e o vilarejo.


Nessa vida, vivi também muito feliz com ela"


- Na sessão seguinte (6ª e última sessão), o paciente me relatou: Vejo agora, uma vida passada, uma cidade mais moderna, tem um bonde puxado por cavalo, carruagens, a rua é calçada de pedra.


As mulheres usam àqueles vestidos longos, armados, sombrinhas rendadas, calçam luvas nas mãos. Os homens andam com fraques, cartolas, alguns usam também bengalas.


Nessa vida, a minha mentora espiritual é morena, cabelos mais escuros. Mas ela continua bonita.


Sou um homem de negócios, algo relacionado com navios, mercadorias.


Vejo um menino com bonezinho, usa uma boina, calça curta com suspensórios. Ele é o nosso filho. Nessa existência passada, temos só um filho. Tenho navios, sou comerciante. Sou rico, mas não avarento. Sou bem querido pelos habitantes dessa cidade. Estamos conversando, rindo, caminhando por uma rua (pausa).


Vejo, agora, um navio à vapor, tem uma chaminé preta. Estamos dentro desse navio, fazendo uma viagem. Chegamos no porto com as nossas malas. Fui fazer negócio, parece ser a América e a impressão é que viemos da Europa" (pausa).


- Avance mais para frente nessa cena.

"Vejo, agora, um velório, uma mulher morta dentro do caixão... É a minha mulher. (paciente chora).

Estou em pé acompanhando às pessoas, tem muita gente. Visto a mesma roupa da época. Estou de preto, de luto. Sinto muita tristeza.

Parece que deu uma epidemia na cidade, peste, e ela morreu.


A minha mentora quer me mostrar, com essa cena, que nas outras vidas eu morri antes dela, e ela sofreu muito com a minha morte. Agora, nessa vida, eu que sofro porque ela morreu antes de mim.


Ela me explica, que é por isso que na vida atual tinha certa melancolia quando criança, e era muito apegado ao meu avô. Quando ele morreu, ativou, desencadeou como um gatilho, a lembrança da perda de minha esposa, dessa vida passada. Tinha 10 anos, quando o meu avô faleceu. Entrei na adolescência, e essa perda foi se apagando, mas, em seguida, perdi o meu pai.


Depois que me casei, na vida atual, minha mulher teve dois gêmeos e um deles veio a falecer. Isso foi o estopim, desencadeou novamente a lembrança da perda de minha esposa da vida passada. Até hoje trago essa tristeza, depressão, dá vontade de ir embora antes dos meus entes queridos para não enfrentar mais uma outra perda".


- Pergunte à sua mentora espiritual a causa de sua dificuldade de se concentrar no trabalho?


"Ela fala que me sinto contrariado, pois sempre comandei nas encarnações passadas, enquanto militar. E, na vida atual, desta vez, tenho que acatar, e, quando os meus clientes (paciente trabalha como autônomo) me cobram, exigem, fico contrariado, aborrecido. Mas ela me diz que receber ordens faz parte de minha aprendizagem, de minha evolução na vida atual.


A minha mentora, agora, está carregando no colo o meu irmão gêmeo que faleceu. Ela o mostra para mim. Falou para ficar tranquilo que está tomando conta dele. Esclarece, que ele não sobreviveu porque tinha que ser assim, ou seja, reencarnou para fazer uma missão curta: viver algumas horas e voltar novamente para o plano espiritual.


Portanto, reitera que ele reencarnou para não viver por longo tempo.

Esclarece também, que essas sucessivas perdas que sofri - dela naquela vida passada, anterior à vida atual -, e de outros entes queridos (avô, pai e filho gêmeo) fazem também parte de minha aprendizagem para sentir na pele o que é perder um ente querido, como ocorreu com os parentes daqueles soldados mortos naquelas batalhas quando eu era comandante.


Mas ela me diz que já aprendi essa lição e sabe que hoje não faria o que fiz no passado - ser militar e matar às pessoas. No entanto, preciso evoluir ainda na parte do orgulho. Como sempre comandei, dei ordens nas encarnações passadas, tenho dificuldades agora de receber ordens.


Essa é a parte que ainda tenho que trabalhar, pois trago o orgulho das minhas encarnações passadas.


Em relação à minha esposa da vida atual, pede para ter mais paciência com ela porque cada um tem a sua individualidade. Diz que inconscientemente, eu a comparo com ela. Daí a minha irritação e impaciência com minha atual esposa.


Fala que a minha esposa atual é importante para me ajudar a cumprir a minha missão, na encarnação presente, além do que ela me propiciou à vinda de meus dois filhos (pausa).


Vejo, agora, cenas de navios da época atual, carregados de contêineres. A minha mentora espiritual quer me mostrar com essa cena, que seria um bom caminho trabalhar nessa área de transporte de cargas de navios (quando é permitido, é comum o mentor espiritual de cada paciente fazer uma progressão, uma revelação futura). Revela, que esse trabalho seria um bom futuro, e que eu iria ficar muito satisfeito, feliz com esse trabalho".


- Pergunte à sua mentora se devemos continuar ou não com o nosso trabalho?


"Diz que não há mais necessidade, pois, o que ela tinha que ter me mostrado e me orientado, foi o suficiente. Ela está agradecendo ao senhor pelo seu trabalho pioneiro (a T.R.E. - Terapia Regressiva Evolutiva - A Terapia do Mentor Espiritual visa agregar a ciência psicológica com a espiritualidade, mas por ser uma abordagem terapêutica ainda nova, não é aceita, reconhecida pela ciência psicológica oficial - psicologia e psiquiatria).


Não obstante, esclarece que o reconhecimento virá e, por isso, pede para não desanimar e continuar com esse trabalho porque quem abre o caminho está sujeito a receber mais "flechadas" (críticas carregadas de preconceitos).


No início de nosso trabalho - na 1ª sessão de regressão -, a imagem dela veio similar a uma fotografia em negativo, mas agora a vejo nitidamente, seu rosto aparece perfeitamente. Agora, ela está se despedindo de mim".


Após o tratamento, o paciente me disse que àquela angústia, aperto no peito, que o acompanhava, desde criança, havia desaparecido, sua ansiedade tinha diminuído, não estava mais acordando de madrugada como antes - estava dormindo direto - e o relacionamento com a esposa havia melhorado bastante (não estava mais comparando-a com a sua mentora espiritual – sua alma gêmea, esposa de vidas passadas).