Terapia personalizada, feita sob medida

Terapia personalizada, feita sob medida


Na Folha de São Paulo li uma matéria extraída do The New York Times, escrita por Andrew Pollack, cujo título é "DNA indica melhor droga para cada paciente", que assim inicia: "Durante mais de dois anos, Judy Uslan tomou o medicamento tamoxífeno na esperança de evitar a reincidência de um câncer de mama.


Até que um novo exame sugeriu que, por causa da sua composição genética, a droga não lhe fazia nada bem. "Eu estava devastada", disse Uslan, 52, que parou de tomar tamoxífeno e agora avalia tratamentos alternativos. "Você descobre que tomou esse medicamento por todo esse tempo e que não tinha benefício algum".


A situação dela é bastante comum, bem como entre centenas de milhares de usuárias de tamoxífeno nos EUA. Especialistas dizem que a maioria das drogas, para qualquer doença, só funciona em cerca de metade dos pacientes.


Isso significa um desperdício de aproximadamente US$ 300 bilhões por ano em remédios nos EUA, além de inúmeros pacientes sendo expostos a efeitos colaterais desnecessários.


É natural, portanto, que se depositem tantas esperanças na chamada "medicina personalizada", em que um rastreamento genético e outros exames auxiliam os médicos a determinar um tratamento sob medida - ou seja -, em vez de continuar tratando todos de forma igual, um exame genético poderia, também, ajudar os médicos a determinar a melhor dosagem de um remédio. Essa matéria ilustra claramente que a ciência médica trata todos os pacientes de forma igual, enquadrando-os num determinado padrão de tratamento, desconsiderando que as pessoas não reagem da mesma forma a um mesmo medicamento, pois, cada ser é único, com características e sintomatologias diferentes.


Por conta disso, toda droga tem uma margem de eficácia, de cura e uma margem de fracasso, de ineficácia. Vale lembrar que a singularidade também ocorre na natureza. Observe uma folha de uma árvore e comparemos com outras folhas da mesma árvore. Aparentemente, elas parecem iguais, mas, observando-as bem, notamos que não existe uma sequer, que tenha idêntica disposição das nervuras.


Da mesma forma, não existem pessoas com impressões digitais idênticas, com as mesmas personalidades, como ocorre, por exemplo, em gêmeos univitelinos.

Urge, portanto, que a medicina adote um tratamento personalizado e trate os pacientes como seres singulares. A era dos tratamentos "tamanho único" deve chegar ao fim. A T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual - Abordagem psicológica e espiritual breve, foi criada com este intuito: respeitar e considerar cada paciente como um fenômeno único, uma aventura única, um milagre suficiente para não ter que comparar com ninguém, a não ser com ele mesmo.


Desta forma, a T.R.E. é, sem dúvida alguma, uma terapia personalizada, feita sob medida, uma terapia de precisão, que busca agregar a ciência psicológica com a espiritualidade, tratando também o ser humano como um ser integral (mente, corpo e espírito). Nesta terapia, é o mentor espiritual de cada paciente que irá conduzir o tratamento. O mentor espiritual é um ser desencarnado de elevada evolução, responsável diretamente pela nossa evolução espiritual.


No novo dicionário Aurélio, mentor é "uma pessoa que guia, ensina ou aconselha outra; guia mestre, conselheiro".


Por conhecê-lo profundamente, pois vem acompanhando-o em várias encarnações, o mentor espiritual do paciente vai direto ao ponto, revelando-lhe a causa de seus problemas e sua resolução.


Daí a brevidade dessa terapia, no que se refere ao tempo de duração. Em vista disso, o mentor espiritual é a pessoa mais indicada, com mais autoridade para conduzir essa terapia. E o meu papel como terapeuta, foge totalmente dos moldes de uma psicoterapia convencional, pois na TRE sou um facilitador, busco abrir o canal de comunicação entre os dois. Uma vez aberto esse canal, mesmo após o encerramento da terapia, em muitos casos, o paciente continua se beneficiando das orientações de seu mentor espiritual em seu cotidiano. Caso Clínico: Esquizofrenia. Homem de 26 anos, solteiro. O paciente veio ao meu consultório por sofrer de esquizofrenia. Em seu primeiro surto psicótico, achava que era Jesus, e que tinha feito um pacto com o diabo. Tinha também paranoia - ideias persecutórias de que alguém o perseguia, filmando-o, vendo tudo o que ele fazia, querendo matá-lo.