Você conhece a sua origem estelar?


Ninguém é da Terra, mas, está nesse planeta, passando temporariamente por uma experiência carnal, terrena, em busca de mais evolução; porém, estamos esquecidos disso, por conta da lei do esquecimento, uma das leis universais à qual estamos todos subordinados. Por isso, quando a gente reencarna, esquece de onde viemos.


Mas de onde viemos?


A nossa origem é estelar, cósmica, ou seja, viemos de colônias espirituais, estrelas, planetas, enfim, desta ou de outras galáxias. Quem já não ficou encantado, vislumbrado, ao olhar à noite, céu límpido, sem nuvens, as estrelas, a imensidão do universo.


Quando era criança, olhava para o céu estrelado, à noite, e, chorava, sentindo saudade, sem saber do que? Depois de adulto, vim a saber que outras pessoas também sentiam a mesma coisa.


A bem da verdade, a gente só sente saudade de algo que conhecemos. Mas o véu do esquecimento, nos torna amnésicos, não nos deixa lembrar de nossa origem estelar, de onde viemos, antes de reencarnar na Terra. Por isso, quando criança, eu sentia saudade, mas, sem saber do quê?


Não por acaso, o mestre Jesus, dizia: “Na casa de meu Pai há muitas moradas” (João 14:2,3). A casa de meu Pai, ele estava se referindo ao universo, e as muitas moradas, são os mundos, os planetas, que circulam no espaço infinito do universo. E o planeta Terra é apenas um pequeno mundo, como tantos outros, espalhados na imensidão do universo, com mais de 2 trilhões de galáxias.


Portanto, a nossa verdadeira família, não é a terrena, consanguínea, mas, sim, a cósmica de onde viemos antes de reencarnar aqui na Terra. Ela, sim, é a nossa verdadeira morada, e não a

Terra, pois estamos de passagem nesse planeta de aprendizado. Quando desencarnarmos, vamos voltar à nossa verdadeira morada, que é lá no cosmos.


É crescente o número de pacientes que passam pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual – método terapêutico, sistematizado por mim, em 2006, onde os seus mentores espirituais lhes revelam que eles não são humanos.


Descobrem, que estão como humanos na Terra, mas, não são humanos, e, sim, extraterrestres, e que os extraterrestres são sua verdadeira família e não a sua família terrena. A Dra. Mary Rodwell, hipnoterapeuta australiana, também constatou isso com os seus pacientes. Ela é uma renomada conferencista internacional em abduções, autora do livro: “O Novo Humano – Despertando para a nossa herança cósmica”.


Veja o que ela escreveu em seu artigo “Eles abduzem nossas almas”: “Muitas vezes, quem passa pela experiência de regressão de memória, sente que também é alienígena, e que os extraterrestres são sua família real, o que leva a pessoa a ter um sentimento de isolamento. Ela tem também, uma grande consternação diante do comportamento primitivo e destrutivo da espécie humana e não consegue se identificar com o estilo agressivo e materialista que reina em nossa sociedade”.


Você já deve ter ouvido falar em crianças cristal, índigo, arco-íris, estrelas, diamantes. Não gosto de rótulos, mas é como as pessoas identificam essas crianças com Qi (quociente de inteligência) acima da média. A pesquisadora australiana, em seus estudos clínicos, relata o caso de uma criança superdotada que ela chama de “Star children” (crianças estelares).


A mãe dessa criança estelar, de 5 anos, de origem britânica, trouxe-a para conversar com a Dra. Rodwell. A criança disse à sua mãe, na frente da hipnoterapeuta: “Você e papai não são os meus verdadeiros pais. Os meus verdadeiros pais estão no espaço sideral (fala, apontando para cima). Vocês estão aqui apenas para cuidarem de mim”.


Segundo a Dra. Rodwell, esse menino de 5 anos, falava também de buracos negros, realidade quântica e engenharia genética. Para ela, as crianças estelares são um fenômeno global e não importa o país, a cultura ou a crença religiosa das famílias dessas crianças.


Eu me recordo de uma paciente de 33 anos, solteira, que passou pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual. Ela sofria de transtorno de não pertencimento. Ou seja, ela me procurou porque se sentia uma “estranha no ninho”, um “peixe fora d’água” em sua família.


Não se identificava em nada com a sua família em valores, crenças, costumes, hábitos, gostos, modo de ver a vida. Seus pais e 2 irmãos faziam churrasco de fim de semana e ela odiava porque era vegana (não comia carne ou derivados de animais, como leite, ovos, queijos).


Tinha ânsia de vômito, quando sentia o cheiro do churrasco. Por isso, nos fins de semana, quando a família fazia churrasco, ela dormia na casa de sua amiga. Quando criança, olhava para o céu estrelado e chorava, sentindo muita saudade, mas, sem saber do quê?


Sentia também muita solidão e perdida, pois, sentia-se deslocada em sua família por serem muito diferentes, a ponto de achar que era filha adotiva. Enfim, tudo o que sua família gostava, ela não gostava.


Numa das sessões de regressão, ela me relatou: - Vejo várias construções estranhas, em forma de uma pirâmide, e, no topo dessas construções, desses prédios, têm umas cúpulas redondas... Há uma praça, com um enorme chafariz.


Vejo também uma escada, na entrada de um desses prédios... Vou subir essa escada... Encontro alguns seres que não são humanos... Parecem, mas, não são (ela estava vendo os humanóides, que são extraterrestres, pois as características físicas secundárias deles são diferentes dos humanos - podem ter olhos bem grandes, redondos ou puxados, orelhas pontudas, cabeças estranhamente prolongadas para trás, pele azulada, acinzentada).


Eles emanam uma luz que brilha muito em volta deles, têm uma pele meio azulada, são seres azuis. Eles me recepcionam e um deles me leva a uma mulher. Ela tem olhos bem grandes, são bem puxados, a íris dos olhos dela parece de cristal, cinza, e brilha muito. Seus cabelos são compridos e ondulados, as orelhas são pontudas.


Agora, consigo me ver... Sou que nem essa mulher, minha pele também é azul... Ela me diz que é a minha mãe espiritual, cósmica. Diz que o nome dela é Carantiká e o nosso planeta se chama Escalarte, e a nossa galáxia é de Andrômeda (ela tem a forma de uma espiral; essa galáxia é a mais próxima de nossa Via Láctea).


Ela me explica que toda a energia de Escalarte se concentra nas cúpulas desses prédios piramidais, cujas energias estão interligadas umas às outras. São energias muito sutis, e ela me diz que a vibração energética da mente da população é que mantém a energia, que é responsável pela estabilidade da paz do planeta.

Minha mãe espiritual coloca as duas mãos em meu rosto e diz: “Minha filha! Esforça-te e ascensione; aprenda o que tem que aprender; faça o que tem que fazer para não precisar mais reencarnar na Terra. Assim, você poderá retornar ao nosso planeta, à sua verdadeira família”.


Terapeuta: Pergunte à sua mãe espiritual o que você tem que aprender e fazer aqui na Terra?


Paciente: - Ela fala que tenho que aprender a amar incondicionalmente, não olhando às condições humanas, como a pobreza, a falta de fé, tristeza, o abandono, a poluição, a violência, a matança. Diz ainda: - Não identifique tudo isso, como coisa sua porque você não é humana, minha filha! (paciente fala, chorando).


Sinto um alívio por reencontrá-la... A minha família cósmica inteira está nesse planeta... Sinto o amor que ela sente por mim, um preenchimento de alma, como nunca senti... É uma plenitude que nunca tinha sentido aqui na Terra. Ela diz ainda, que é por isso que me sinto um “peixe fora d’água” na minha família terrena. Mas fala para eu respeitar e amar a minha família terrena.


Fala também, que os meus pais da Terra não sabiam o que era amar, antes de eu vir como filha deles. Pede para não me sentir sozinha, que embora não a veja, ela sempre me ajuda, orando e emanando boas vibrações, bons pensamentos para mim.


Eu me sinto triste por ter que me despedir dela (fala, chorando muito). Mas estou aliviada de saber que não estou sozinha na Terra, que tenho a minha verdadeira família. Escalarte, o planeta de onde vim, sinto que é muito evoluído, onde os habitantes são muito felizes, amorosos e serenos.


Em minha mãe cósmica, sinto o verdadeiro amor de mãe, é uma conexão mais profunda. Não que a minha mãe terrena, não sinta amor por mim. Mas é um amor diferente, sábio, que permitiu que sua filha viesse ao planeta Terra, tão distante dela, para evoluir e crescer. O amor que sinto dela é um amor de mãe, sem apego, egoísmo ou possessividade.


Conclusão:


No final da terapia, ela me falou que não se sentia mais sozinha e perdida, pois havia reencontrado a sua real família, a cósmica, de onde veio, e que retornará a ela, após o seu desencarne.




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