Você já sentiu odores inexplicáveis?


Os odores espirituais são sutis, inexplicáveis

Numa das sessões de regressão, uma paciente me perguntou, constrangida: - Dr. Osvaldo, não me leve à mal, mas o senhor tirou os sapatos? (ela estava deitada no divã, de olhos fechados).

Eu respondi que não, e lhe perguntei por que ela fez essa pergunta? Ela me respondeu: - Nossa! Estou com ânsia de vômito, sinto um odor muito forte de chulé, vindo de seu lado.

Brinquei com ela, dizendo que esse chulé não era meu, não me pertencia, pois, não havia tirado o sapato, e que o meu chulé estava “bem escondido”, dentro de meu sapato.


Há uma diferença entre o odor físico e o espiritual

Brincadeira à parte, esclareci que esse odor desagradável que ela estava sentindo, certamente vinha de um ser espiritual das trevas, seu obsessor espiritual, que estava presente do meu lado. Esclareci também, que há uma diferença entre um odor físico e espiritual.

Eu lhe dei um exemplo de um odor físico: se um cachorro faz cocô num recinto, se não o remover, vai continuar fedendo. Agora, o odor espiritual é sutil, inexplicável, pois, a gente procura, procura e não consegue encontrá-lo.

Outra diferença é que o odor físico é contínuo, enquanto o odor espiritual intercala, alterna, ora aparece e ora desaparece no ambiente. A paciente concordou com a minha explicação, pois o odor de chulé, segundo ela, aparecia e desaparecia, intercalando na sala de meu consultório.


O odor desagradável vinha de um obsessor espiritual

Pedi à paciente que conversasse com esse ser espiritual obsessor, perguntando-lhe em pensamento quem era ele? (a comunicação com os seres espirituais se dá em pensamento, intuitivamente).


A paciente foi sua esposa, numa vida passada

O ser espiritual das trevas lhe respondeu, dando gargalhadas: - Gostou do meu cheiro? É agradável? Você era a minha esposa na vida passada. Eu estava doente, com gangrena, no pé direito, sentia muitas dores e febres, por conta de uma infecção, que se alastrou pelo meu corpo.


E você me deixou morrer naquela cama, fugindo com o seu amante e com todo o meu dinheiro, sua vagabunda!

Atônita com a revelação desse marido da existência passada, ela lhe disse: - Olha, não me lembro dessa existência passada, mas se fiz isso com você, peço que me perdoe, pois, hoje, jamais faria isso! (fala chorando).


A oração do perdão é a única terapêutica para que obsessor e obsediado possam se reconciliar

No final da sessão, pedi que ela fizesse em sua casa a oração do perdão para esse desafeto espiritual (o leitor pode encontrar essa oração em meu site, na página inicial, clicando no botão “orações”).

Após ter feito essa oração, durante três semanas, emanando ao seu obsessor espiritual a luz dourada de Cristo, na 4ª e última sessão, ele a perdoou, e aceitou ir para a luz e, posteriormente, a paciente me informou por e-mail, que nunca mais sentiu aquele odor desagradável.


As trevas é um lugar muito fétido e a luz é muito perfumado de essência floral

As trevas é uma região muita escura, fria, pois, não tem luz, e fétida. É comum os pacientes, nas sessões de regressão de memória, sentirem o mau cheiro das trevas e vê-la como um pântano, com água de esgoto.

Por isso, os habitantes das trevas, comumente exalam um odor desagradável. Já o plano de luz é o oposto – é uma região agradável, de muita luz, com muito verde, plantas, gramado verde e odor de perfume de flores.

Quando os seres espirituais de luz, aparecem aos pacientes, na regressão de memória, eles sentem um odor agradável de essência floral com variadas fragrâncias (rosa, lavanda, jasmim, menta, flor de laranjeira, eucalipto, etc.).


Paciente de 18 anos, sentiu um cheiro agradável de rosa e uma brisa suave em meu consultório

Eu me recordo de um jovem de 18 anos, numa das sessões de regressão, ele me disse rindo: - Ô meu! Essa terapia é muito punk! De onde vem esse cheiro de rosa e um ventinho, uma brisa gostosa, que sinto em meu rosto do lado direito? (a janela e a porta de meu consultório estavam fechadas e o ventilador desligado).

Brinquei com ele, dizendo: - Ô meu! Você não percebeu que fui eu que assoprei? (eu estava sentado em minha poltrona de seu lado esquerdo). Ele me respondeu: - Dr. Osvaldo! O senhor está “tirando uma da minha cara?” O ventinho, eu senti de meu lado direito, e o senhor está do meu lado esquerdo.


Os seres espirituais de luz quando aparecem exalam um odor agradável e uma brisa suave

Ato contínuo, respondi: - Poxa, acho que me enganei! Eu acabei soprando do lado errado! Após rirmos, eu lhe esclarecei, dizendo: - O odor e o ventinho agradável que você sentiu de seu lado direito é a presença de um ser espiritual de luz. Certamente, esse ser de luz está do seu lado direito, embora não o veja.


O ser de luz era sua mentora espiritual

Na sessão seguinte, ele sentiu a mesma fragrância e a brisa do seu lado direito e, desta vez, conseguiu ver esse ser de luz (ela viu com o seu 3º olho, atrás das pálpebras, pois estava de olhos fechados), uma mulher loira, olhos azuis, vestindo uma túnica branca. Ela se identificou como sua mentora espiritual.


Caso de uma paciente que sofria de fobia social e mau cheiro que exalava

Veja a seguir o caso de uma paciente, 35 anos, solteira. Ela me procurou por dois motivos: fobia social e mau cheiro que exalava. Segundo ela, tudo começou quando sua mãe lhe disse: - Nossa, filha! Você está exalando um mau cheiro, um odor podre, muito forte!

É importante esclarecer que a paciente, o seu pai e irmão, não sentiam esse cheiro fétido, só a sua mãe.

Mas por quê?

Certamente, sua mãe era a única médium olfativa da família. A paciente trabalhava como relações públicas de uma empresa e percebeu que quando conversava com alguns clientes, eles se afastavam dela, fazendo uma careta de repugnância, sentindo um mau cheiro, que vinha dela.

Procurou um endocrinologista, pois achava que poderia ter algum distúrbio hormonal, mas, após ter feito todos os exames clínicos, não acusaram nenhuma alteração. Procurou então uma dermatologista, mas também os exames não acusaram nenhuma anomalia.


Exalava mau cheiro, mesmo tomando banho, passando perfume e trocando de roupa

Mesmo tomando banho, várias vezes, passando perfume ou desodorante e colocando sempre roupa nova, ainda assim, alguns clientes faziam caretas de nojo e, com isso, acabou desenvolvendo uma fobia social, pois ia trabalhar ansiosa, apreensiva, com medo de que alguém sentisse esse mau cheiro que exalava. Começou a chegar atrasada e a faltar no serviço e acabou sendo demitida.


Entrou num quadro depressivo

Desde então, não queria mais sair de casa, entrou num quadro depressivo, buscou ajuda de um psiquiatra passando a tomar antidepressivo e ansiolítico e a fazer psicoterapia com uma psicóloga. Mas o mau cheiro persistia, pois, sua mãe lhe dizia que o cheiro era insuportável.


Após fazer duas sessões de regressão, na 3ª sessão, ela me relatou: - Dr. Osvaldo! Aquele cheiro que algumas pessoas sentem, agora, eu estou também sentindo... Nossa! Realmente é insuportável! Esse odor eu sinto na minha frente... Vejo agora uma sombra, um vulto escuro...


Terapeuta: - Esse vulto escuro é um ser espiritual trevoso. Pede para ele se identificar.


Paciente: - É um homem... Ele parece um mendigo, pois está com uma roupa toda esfarrapada, barba por fazer e cabelo desgrenhado... Eu o vejo nas trevas... Nossa! O lugar parece um pântano, um lodo, que exala um mau cheiro muito forte, dá até ânsia de vômito.


Terapeuta: - Pergunte o que você fez para ele?


Paciente: - Revela que eu era seu sócio, eu era um homem nessa vida passada. A gente tinha uma empresa e o roubei, dei um golpe nele, levando todo o dinheiro da empresa, e o deixei na miséria. Ele acabou se tornando um mendigo... Por isso, eu o vi todo esfarrapado... Diz que me acompanha em todos os lugares e sabe que exala mau cheiro.

Diz ainda que conseguiu o que queria, que era fazer eu perder o meu emprego. Quer me deixar na miséria como fiz com ele naquela existência passada.


Terapeuta: - Você quer lhe dizer algo?


Paciente: - Só quero lhe dizer que realmente fui um canalha o roubando, deixando-o na miséria, a ponto dele se tornar um morador de rua. Por favor, me perdoe! (fala, chorando muito). (pausa).

Dr. Osvaldo, ele está chorando, diz que preciso pagar pelo que fiz com ele. Falo para ele que o mínimo que posso fazer para reparar o meu erro é orando por ele, para que possa ir para a luz porque sei onde ele está. É horrível, é muito fétido e sofrido! Eu consegui ver onde ele está.

No final da sessão, pedi à paciente que fizesse a oração do perdão ao seu obsessor espiritual de coração em sua casa, diariamente, e que lhe emanasse a luz dourada, o amor de Cristo, para que ele tivesse forças para pedir ajuda aos seres amparadores de luz.

Na 4ª e última sessão, ela me relatou: - Dr. Osvaldo! Estou vendo o meu obsessor espiritual... Ele me diz que está muito cansado, mas, diz também que se sentiu muito bem com as minhas orações e com a luz dourada de Cristo que lhe emanei diariamente. Fala que me perdoa! (diz, chorando muito).


Terapeuta: - Pergunte então se ele quer pedir ajuda aos seres de luz?


Paciente: - Diz que sim.


Terapeuta: - Fale para ele pedir ajuda, agora. (pausa).


Paciente: - Ele pediu e estou vendo, agora, um casal, seres de luz, com túnica branca, conversando com ele... Ele chora, diz que aceita ir para a luz... Ele está se despedindo de mim e está indo embora em direção a uma luz maior com aquele casal.



Conclusão:

Após o encerramento da terapia, seis meses depois, ela me encaminhou um e-mail, dizendo que sua mãe não estava mais sentindo àquele mau cheiro, estava se sentindo mais confiante, procurando emprego, pois não estava mais receosa que às pessoas sentissem o mau cheiro, vindo dela.



Agendamento de consulta:






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