Vultos, aparições ou alucinação?


Como saber se as visões de espíritos, são imagens mentais que criamos ou são manifestações mediúnicas de clarividência?


Essa é a pergunta, que muitos pacientes me fazem quando passam pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – Abordagem psicológica e espiritual, criada por mim em 2006.


Além dessa pergunta, outras também, são muito comuns: “Como podemos saber se é um espírito que está me dando informações e não a minha própria imaginação?”;


“É uma vida passada ou uma fantasia o que estou vivenciando nessa sessão de regressão?”;


Apesar de trazerem cenas, imagens bem nítidas, vivenciarem sensações físicas (dor, calor, frio, peso, leveza, odores, asfixia, gosto amargo ou de sangue na boca, etc.) e emoções intensas (raiva, medo, tristeza, saudade, alegria, amor, etc.) como recordações de uma vida passada, mesmo assim, é comum os pacientes colocarem em dúvida nas sessões de regressão, se essas experiências são mesmo reais ou fruto de sua imaginação, por conta de seu véu do esquecimento do passado ser muito cerrado, não os deixando reconhecer sua existência passada. Após conduzir mais de 50.000 sessões de regressão, somente um paciente lembrou, reconheceu claramente, que o que trouxe na sessão de regressão foi realmente uma lembrança, uma recordação de uma vida passada, sem nenhuma sombra de dúvida.


Fica evidente, portanto, que o véu do esquecimento do passado, que se manifesta em forma de amnésia, é um mecanismo de defesa da mente com o objetivo de preservar a nossa integridade psicológica e emocional.


Caso não houvesse esse véu, obviamente, ficaríamos perturbados ou mesmo surtaríamos se lembrássemos das atrocidades, das barbáries praticadas em vidas passadas, por sermos seres em evolução (a falta de esclarecimento e a ignorância das Leis Universais levam o ser humano a prejudicar os seus semelhantes).

Mas, como podemos distinguir o que é real ou fantasioso em relação às perguntas acima mencionadas?


Para poder distingui-las, precisamos prestar atenção em nós mesmos, ou seja, sermos humildes (a prática do autoconhecimento requer humildade) e, acima de tudo, honestos, compromissados com a verdade.


O problema é que fomos educados mais para a mentira do que para a verdade e, com isso, aprendemos também a mentir para nós mesmos, muitas vezes sem perceber.


Quantas vezes, por exemplo, prometemos iniciar a dieta na segunda-feira. Ora, quem está disposto a levar a sério uma dieta, não posterga para outro dia, começa imediatamente.


Os mestres zen costumam dizer que a mente, mente. Então, qual a solução para não nos enganarmos?


É estabelecer um relacionamento íntimo consigo mesmo, interpretando os pensamentos e sentimentos - usando da maior honestidade possível - e, principalmente, desenvolvendo a intuição.

Intuição é sentir, portanto, vem de dentro, da alma. Essa sensação é espontânea, não é racional, não depende do raciocínio. Por isso, se você se esforçar muito para usar sua intuição, impedirá o processo.


Em outras palavras, intuição não é uma coisa que possa fazer acontecer. Ela simplesmente acontece. Não obstante, ela acontece quando nossas mentes estão relaxadas.


Por isso, faço o relaxamento progressivo com o paciente, antes de conduzi-lo à regressão de memória. E o mais importante: combino antes com ele para que deixe a mente aberta, ou seja, deixe vir tudo no original, sem filtrar ou duvidar o que vem, como conteúdo de seu passado, mesmo que o seu ego (mente racional) ache um absurdo, uma tolice o que vai falar.


Em verdade, a regressão de memória é como um quebra-cabeça, onde o mentor espiritual (ser desencarnado, diretamente responsável pela nossa evolução espiritual) vai mostrando a cada sessão de regressão o que o paciente precisa saber, preparando-o psicologicamente.


Por conhecê-lo profundamente, pois vêm acompanhando-o em várias encarnações, ele sabe o que o paciente está preparado para saber, ou não, em relação ao seu passado.


Portanto, a intuição é um recurso imprescindível para distinguir a fantasia da realidade.


Por isso, peço sempre para que o paciente não descarte nada do que lhe vem (pensamentos, sentimentos, impressões e/ou sensações físicas).


Pode parecer tolo o que irá falar a princípio; no entanto, como todo jogo de quebra-cabeça, no início, as sessões de regressão se mostram confusas, sem sentido, fragmentadas, mas, depois tudo se encaixa, fica claro.


Como aprendemos a confiar mais em nossa lógica racional do que na nossa intuição, é natural nessa terapia, o paciente ter dificuldade em distinguir sua voz interior e a voz dos espíritos. Mas a intuição é como qualquer outra aptidão: quanto mais se usa, mais se aprimora e gera autoconfiança.


No final do tratamento é o mentor espiritual que fecha o quebra-cabeça, fazendo com que o paciente saiba a causa de seu(s) problema(s), bem como a sua resolução. Caso Clínico: Crises de tosses constantes. Mulher de 40 anos, casada. Ela veio ao meu consultório, tossindo muito. Fazia 10 anos que era acometida por uma tosse seca e persistente. Geralmente, as crises se prolongavam dois meses ou mais, caso não as tratasse.


Após tratá-las, melhoravam e sumiam. Mas quando mudava o tempo, ficava dentro de um ambiente com ar condicionado ou ficava nervosa, estressada, as crises voltavam. Eram, portanto, recorrentes.


A paciente chegou a fazer tratamento alopático e homeopático, porém, não conseguia curar-se definitivamente. As crises constantes de tosses a incomodavam muito, bem como as pessoas que conviviam com ela, por conta de sua intensidade. Ao regredir, ela me relatou: “Estou me vendo deitada, numa cama, me levanto. Estou tossindo muito... Tem uma pessoa deitada comigo nessa cama. É um quarto de uma época antiga, acho que é na França (pausa).


Sou bem parecida, nessa vida passada - tenho uma aparência similar com a de hoje -, meus cabelos são compridos e ondulados, devo ter também a mesma idade da vida atual.


Uso trajes íntimos. É um homem que está dormindo do meu lado. Eu me levantei, peguei a escova de cabelo. Estou de frente a uma penteadeira antiga. Esse homem é forte, atarracado, aparenta ter um pouco mais de idade do que eu. Estou me sentindo agoniada (diz chorando muito).


Acho que fiz uma coisa errada... Vejo-o caído no chão. Depois que penteei o cabelo, tirei uma arma da gaveta da penteadeira e atirei nele”. - Por que você atirou nele?


“Eu lhe falei que era um perdedor (ela me disse que até hoje costumava usar essa expressão com as pessoas). Caído no chão, atônito e com os olhos arregalados, ele me perguntou: - Por que você fez isso? Porque você é um perdedor, disse-lhe rindo, e saí do quarto.

Vesti a roupa e saí no jardim de minha casa.


Tem uma moça que encontro, ela é uma amiga. Ela fica desesperada, pois me vê segurando a arma. Ela me pergunta o que fiz? Digo-lhe que só acabei com um problema. Que problema? - Ela me pergunta.


Fumo e viro para ela bem sarcástica e respondo que simplesmente acabei com o meu problema.


Ela pega a arma de minha mão e a joga no meio do jardim, me abraça e diz: “Vamos embora, ninguém vai saber que foi você!” - Como você se sente?


“Parece que a ficha está caindo, como se me desse conta, agora, do que fiz (paciente chora).


Está ficando tudo escuro. Vejo vultos escuros aqui no consultório... São dois seres espirituais das trevas”. - Veja quem são esses seres espirituais?


“Só vejo o contorno deles”. - Pergunte-lhes quem são?


“Um deles é aquele homem que matei dessa vida passada. (pausa).

Ele me diz: -Você não precisava ter feito aquilo comigo! O outro ser me diz que na hora certa, vou saber quem ele é?”. - Você gostaria de dizer algo a esse ser espiritual ao qual você tirou a vida?


“Eu já estou dizendo (fala chorando). Digo-lhe que nessa vida passada era um ser mesquinho, egoísta, só pensava em mim. Não tinha consciência, não sabia do que estava fazendo (pausa).

Estou vendo o outro vulto... É uma mulher. Ela me diz: -Eu amava o homem que você matou. (pausa). Estou vendo, agora, uma cena dela se suicidando por causa da morte dele. Ela completa, dizendo: - Você sempre teve tudo, inclusive o amor dele, e, no entanto, tirou a vida dele. (paciente chora, copiosamente).


Agora, estou reconhecendo essa mulher, esse ser espiritual. Ela era a nossa governanta, não sabia que o amava. Ela veio levar o café no dia do crime e o encontrou ainda vivo, agonizante. Ele lhe disse que fui eu que atirei nele.


Eu a tratava como lixo. Após se suicidar, em espírito, vejo-a sempre à espreita, esperando uma oportunidade para dar cabo à minha vida. Ela tem muito ódio de mim.


Pergunto-lhe se tudo que estou vendo e vivenciando aqui no consultório é verdade mesmo?


Ela me responde: - É sim, e você vai ter que conviver com isso! (paciente chora muito).


Falo para ela que estou arrependida, peço perdão pelo que fiz com eles no passado.


Ela me diz: - Não acredito em você, nessa pose de santa. Você me tirou a única coisa que dava sentido à minha vida. (pausa).


Agora, estou me vendo nessa vida passada, deitada, idosa, bastante doente, quase não respiro.


Estou tossindo, muito pálida, vomitando sangue, debilitada (paciente estava com tuberculose). Tem pouca gente à minha volta.


Sinto muita dor, não só dor física, mas, da alma. Eu acabei falecendo, e estou agora, num lugar muito escuro. Ouço os seres das trevas falando e dando gargalhadas.


Um deles me diz: - Finalmente! Tenho a impressão de que fiz mal para muita gente (fala, tossindo muito). Em verdade, ela traz à vida atual - em seu perispírito - as tosses da tuberculose dessa vida passada, bem como a culpa de ter prejudicado muitas pessoas.


Alguém segura a minha mão, aqui no consultório, e me diz: -Você vai precisar de muita força e fé para pedir perdão e fazê-los acreditarem em você. Lembre-se que estou sempre com você! Eu te amo muito!”. - Pede para esse ser espiritual se identificar?


“Ele é o meu mentor espiritual, diz que já foi meu pai numa vida passada. Reitera, que é para não perder a fé, que a minha fé sempre oscilou por influência deles” (espíritos obsessores).


No final desta sessão, prescrevi à paciente a oração do perdão. Pedi-lhe que fizesse diariamente essa oração, mandando muita luz e amor aos seres espirituais, que ela prejudicou no passado.


Na sessão seguinte, ela me relatou: -Eles estão me atacando, os seres das trevas”.


- Pedi-lhe para se acalmar e, juntos, com a imposição das mãos, fizemos com muita fé e firmeza a oração do perdão, mandando muita luz (a luz dourada de Cristo) a esses seres espirituais.


Após orarmos fervorosamente, seu mentor espiritual lhe disse: -Você vai receber tudo o que necessita, vai ter o que lhe é justo, vai receber o que está no seu caminho - as graças de Deus e de todos aqui.


Você fez a sua parte, parabéns! Pode dizer também ao doutor (referindo-se a mim como terapeuta) que o trabalho dele foi fantástico! (pausa). Estou vendo, aqui no consultório, aquele casal e outros seres espirituais que prejudiquei. Todos estão se abraçando, emocionados.


Agora, eles irradiam um pouco de luz, não estão mais como vultos escuros. Sinto a presença, não só do meu mentor espiritual, mas de outros seres de luz, que participaram também da corrente que formamos com a oração do perdão.


O casal de seres espirituais das trevas está emocionado e me agradece, dizendo: - Obrigado pela oportunidade. Nós seguiremos o (paciente chora muito).


O meu mentor espiritual me diz: - Você está curada! Ele está novamente me dando parabéns, dizendo que está muito orgulhoso de mim. A sala do consultório está cheia de espíritos, não só daquele casal que se libertou, mas, de outros seres das trevas, que também se libertaram.

Todos estão se despedindo de mim. Parece que, agora, deu o tempo deles aqui, e eles têm que ir. Vejo-os caminhando para uma grande luz, um grande foco de luz”. No final do tratamento, a paciente me disse que não estava tossindo mais, sua condição era bem diferente de quando veio me procurar na entrevista de avaliação, em que não parava de tossir.





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